O ano de 2025 chegou ao fim, e junto com ele vem aquele impulso semiautomático de olhar para trás. A retrospectiva. Rever o que foi feito, o que ficou pelo caminho e o que, de algum jeito, permaneceu.
No meio disso tudo, os jogos foram mais do que passatempo. Eles acompanharam fases, dias bons, dias cansados e momentos em que eu só precisava estar em outro lugar por algumas horas. Aqui eu reúno os meus 10 melhores jogos finalizados em 2025, com breves comentários sobre o que cada um significou para mim.
10º – Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth
Como consumidor de praticamente tudo que envolve fantasia, era inevitável que eu me interessasse por Lodoss War. E, sendo fã de metroidvânia, esse jogo já tinha tudo para me fisgar. Um amigo meu vinha me recomendando fazia tempo, e acabei deixando passar. Aproveitei que estava com o Switch recém-adquirido e resolvi começar.
O jogo funciona como uma continuação das histórias da Deedlit após as novels e o anime, mas também como uma revisitação ao que ela viveu ao lado do grupo do Parn. O Team Ladybug manda muito bem nas pixel arts e nas animações, que dão vida ao mundo de Lodoss. É um jogo que entra no ranking não por acaso, mas porque fecha o ano com uma experiência sólida e bem construída.
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| 10º – Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth |
9º – Dragon Quest III HD-2D Remake
Um dos precursores dos JRPGs como conhecemos hoje, agora reimaginado para os tempos atuais sem abrir mão de sua essência. Dragon Quest III HD-2D Remake foi facilmente um dos jogos mais bonitos que joguei em 2025 e também um dos que mais me surpreenderam.
Eu esperava algo bem mais simples do que encontrei. A história segue uma estrutura direta, mas a forma como ela é apresentada torna tudo mais envolvente. A sensação é parecida com acompanhar uma campanha clássica de RPG de mesa, com personagens, vilas e jornadas que se conectam de forma natural. Foi uma experiência que cresceu aos poucos e terminou maior do que eu imaginava.
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| 9º – Dragon Quest III HD-2D Remake |
8º – Pokémon Legends: Z-A
Não vou me estender muito aqui, porque já escrevi uma resenha inteira sobre Pokémon Legends: Z-A. Foi um jogo que me mexeu de verdade e reacendeu minha vontade de escrever sobre games.
Mesmo com problemas, foi uma aventura marcante. A forma como o jogo propõe explorar o mundo de Pokémon trouxe algo diferente, algo que ficou comigo depois de desligar o console. Agradeço à Pokémon Company e à Game Freak por essa experiência que, de algum jeito, me puxou de volta para o hábito de registrar o que jogo.
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| 8º – Pokémon Legends: Z-A |
7º – Marvel’s Spider-Man Remastered
Demorei demais para jogar esse clássico do PS4. Sendo alguém que sempre gostou muito da série Batman Arkham, foi curioso ter deixado o Homem-Aranha tanto tempo de lado. Quando finalmente joguei, ficou claro o quanto ele bebe da mesma fonte.
A movimentação é um dos pontos mais fortes. Passei horas só me balançando pelas teias em Manhattan, absorvendo a cidade e o ritmo do jogo. O combate funciona muito bem, e a história consegue segurar até o fim. O clímax é carregado de momentos que realmente pesam. Foi, por coincidência, o último jogo que finalizei no ano, fechando 2025 com uma boa impressão.
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| 7 – Marvel’s Spider-Man Remastered |
6º – Blasphemous
Se eu fosse montar um ranking de gêneros favoritos, metroidvânia certamente apareceria entre os primeiros. Blasphemous é um dos melhores representantes do gênero que joguei nos últimos tempos.
A mistura de combate inspirado em Souls, direção de arte forte e uma história que não se explica de imediato cria uma experiência que incentiva a exploração. Cada área, cada inimigo e cada fragmento de narrativa puxam o jogador para seguir adiante.
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| 6º – Blasphemous |
5º – Suikoden: Gate Rune War
Um clássico dos JRPGs que eu nunca tinha tocado até a chegada da versão remasterizada. Foi a chance perfeita de finalmente conhecer Suikoden, e o resultado superou o que eu esperava.
Me apeguei muito aos personagens principais e à história que se desenvolve ao redor deles. A ideia de recrutar 108 personagens e ver a base crescer é interessante, mas também traz limitações. Nem todos recebem o mesmo cuidado, e alguns existem apenas para cumprir uma função dentro do sistema do jogo. Mesmo assim, foi uma das experiências mais marcantes do ano, abrindo o top 5 com força.
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| 5º – Suikoden: Gate Rune War |
4º – Atelier Yumia: The Alchemist of Memories & the Envisioned Land
Atelier já é uma das minhas franquias favoritas, mesmo eu tendo jogado apenas parte da série. Existe algo no clima e no ritmo desses jogos que sempre me faz querer voltar.
Em Yumia, a série aposta em uma estrutura de mundo aberto, algo que deixa o jogo mais ambicioso do que seus antecessores. Isso traz problemas, como atividades repetitivas e side quests que nem sempre se sustentam, mas também oferece um escopo maior. Os personagens funcionam bem, e a história se organiza de maneira coesa. É um jogo que mostra uma série tentando se expandir sem abandonar completamente o que a define.
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| 4º – Atelier Yumia: The Alchemist of Memories & the Envisioned Land |
3º – Elden Ring 🥉
Meu primeiro contato com jogos da FromSoftware foi Bloodborne, e ele não foi nada gentil comigo. Passei dias preso no Padre Gascoigne até desistir. Por muito tempo, fiquei longe dos Soulslike.
No ano passado, depois de muita conversa com um amigo, resolvi tentar Elden Ring. Aos poucos, fui entendendo como o jogo funciona, como montar builds e como abordar os combates. A exploração é um dos pontos mais fortes, sempre trazendo algo novo em troca do tempo investido. Tenho ressalvas com a parte final, que parece perder fôlego, mas o conjunto da experiência ainda se mantém muito acima da média.
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| 3º – Elden Ring |
2º – Dark Souls Remastered 🥈
Tudo o que Elden Ring me ofereceu em termos de descoberta, eu também encontrei em Dark Souls Remastered, só que de forma mais concentrada. O mundo é construído de maneira que tudo se conecta, com Firelink Shrine funcionando como um eixo central que organiza as áreas.
O level design é o grande destaque aqui. Cada caminho parece pensado para levar o jogador a outro, criando uma sensação constante de estrutura. As mecânicas ainda são mais rígidas do que nos jogos mais recentes da FromSoftware, mas isso também torna o jogo mais legível. É um mundo que prende pela forma como ele se organiza.
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| 2º – Dark Souls Remastered |
1º – Inazuma Eleven: Victory Road 🥇
Não tenho muito mais a acrescentar além do que já escrevi na resenha dedicada ao jogo. Victory Road foi um retorno importante de uma das minhas franquias favoritas e teve um impacto forte no meu ano.
Foi uma experiência que me acompanhou do começo ao fim, e cada hora investida valeu a pena. Por isso, ele fecha o ranking no topo.
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| 1º – Inazuma Eleven: Victory Road |
O saldo de 2025 foi mais do que positivo. Joguei muita coisa boa, e escolher apenas dez nunca é um processo justo. Ainda assim, essa revisitação ajuda a perceber como cada jogo marcou de sua maneira. No fim, esse tipo de lista vira um arquivo pessoal, algo que o eu do futuro pode usar para lembrar não só do que jogou, mas de como se sentiu jogando.
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